A Cachoeira Erva Doce é bonita, assim como a estrada que nos leva até o início de sua trilha. São vários lagos/represas, numa paisagem bem agradável. Depois de estacionarmos o carro seguimos por uma trilha bem fácil, num terreno um pouco pantanoso. Flagramos uma galera cortando lenha/derrubando pequenas árvores. Casal simpático, a esposa do lenhador até nos ofereceu o sítio deles como hotel. Ticado agradavelmente, mas as outras cachoeiras são bem mais legais, sem pretensões de retorno.
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Rio de Janeiro - Forte do Leme
A visita ao Forte do Leme ou Forte Duque de Caxias foi um passeio muito agradável. Existe uma "trilha", levemente íngreme no final, que sobe o Morro do Leme até o topo. Rolê histórico, legal ver o "bunker" e brincar nos canhões que protegiam a cidade. Pena que estava um pouco nublado e prejudicou a linda vista que temos lá de cima. Ticado agradavelmente, se puder um dia eu volto.
SP - Parque CienTec
Lista de pendências em mãos, hora de conhecer o Parque CienTec. Finalmente depois de muita enrolação pisamos, eu e Müller, por ali. Era um sábado meio chuvoso, chegamos quase 10:00 e ainda assim éramos os primeiros visitantes do dia. Local interessante, mas tinha muita atração fechada, uma pena. Demos uma mini volta num lago (bonito) cercado pela mata atlântica, conhecemos alguns prédios, mini exposição sobre Darwin, subimos na luneta centenária e brincamos nos experimentos de física. Destaque para a esfera de granito que gira com a água, o vitral da deusa Urânia e uns espeleotemas cortados ao meio. Destaque negativo para a monitoria q apesar de muito simpática e solícita, era bem fraquinha, inclusive cometendo diversos erros na explicação, mas beleza, ouvimos tudo em silêncio e continuamos de boa. Nos disseram que até poucas semanas antes de nossa visita o planetário estava funcionando, mas um raio destruiu o equipamento. Que pena. Ticado sem pretensões de retorno, talvez para conhecer o planetário restaurado, mas não está mais na lista.
Rio de Janeiro - Confeitaria Colombo
Sempre tive vontade de conhecer a Confeitaria Colombo, via na TV, na internet e me dava até água na boca. Fiz questão de adaptar o roteiro no Rio de Janeiro para dar uma passada por ali. Infelizmente estava lotada, baita fila. Dei só um rolê breve e, como tínhamos que partir para as outras atrações, deixei para comer um doce na próxima visita à cidade. Voltarei, espero.
Rio de Janeiro - Pão de Açúcar
Cartão postal do país, portanto visita obrigatória, ticamos o Pão de Açúcar logo no nosso primeiro rolê. Baita sol, baita fila e baita ingresso caro. Estava muito cheio, muito turista gringo, e aqui já percebo que eles gostam de furar uma fila, ta louco. Apesar de não ser minha primeira vez ali, curti bastante o visual. Me deu muita vontade de fazer o passeio de helicóptero, mas era muito dinheiro para poucos minutos de voo. A cidade lá de cima é realmente muito bonita. Ticado agradavelmente, espero retornar para subir o Morro da Urca pela trilha.
Chapada da Diamantina - Torrinha
Novamente na estrada e já entardecendo fomos para Torrinha. Aqui a conversa é outra, espetacular é um bom adjetivo para o rolê. Chegamos meio tarde e contratamos o monitor local para fazer o maior percurso, não dá para economizar tendo chegado tão longe. Lanternas distribuídas, entramos rapidamente na caverna, aqui a pressa se justificava, pois a caminhada é bem grande. Logo estamos no mundo mágico do subterrâneo com todos os espeleotemas possíveis e imaginados. Muito se fala da tal helectite com flor de aragonita na ponta, que realmente é linda, mas para qualquer lado que se olhava a beleza saltava aos olhos com as mais variadas formas daquelas jóias da natureza. Não dá para descrever, PETAR ficou no chinelo, faltava apenas um rio dentro da caverna para ficar perfeito, mas esse infelizmente ali não existia. Já no final, momento extorsão, o guia pediu mais R$ 10,00 para nos levar a outro salão (dos cristais). Meio relutantes e cansados aceitamos, depois valeu a pena, pois distribuímos renda e fomos agraciados por um teto forrado de espeleotemas ainda mais bonitos e delicados que os anteriores. É tudo muito lindo, imperdível para quem gosta disso. Quase 3 horas depois retornamos e batemos um papo agradável com o Sr. Eduardo que é o guardião da caverna, ganhamos até um DVD. Não dá para entender o porquê das pessoas irem à Lapa Doce e não à Torrinha, só o marketing e a distância não explicam. Tudo maravilhoso. No final o ponto negativo ficou pelo fato de que o guia local, provavelmente em função da pressa, não nos mostrou as pinturas rupestres na entrada da caverna. Ficamos chateados, mas fica para a próxima.
Chapada da Diamantina - Pratinha
Saindo da Lapa Doce fomos para o Pratinha. Aqui um rolê mais turístico ainda! Mas é legal, vale a pena conhecer, é para todas as idades. Vc entra, contrata os passeios caça-níquel e põe uma pulseirinha colorida. Almoçamos e fomos dar um mergulho no rio Pratinha, lindo, água transparente meio azulada, meio esverdeada, sei lá. Muito bom, curti demais o tchibun. Depois uma mini caminhada para ver o sol entrando na Gruta azul, muito show, curti também, muitas fotos, mas muita gente aglomerada, não dá para aproveitar legal. Destaque negativo ficou para o banheiro lá no Pratinha, era simplesmente nojento, todo destruído, porco, não condiz com a taxa paga na entrada.
SP - Obelisco
O Obelisco do Ibirapuera é um dos marcos da cidade de São Paulo. Já o havia visitado quando criança, e esperava apenas reabrir para pisar por ali de novo. Monumento aos heróis da Revolução de 32, tem toda uma matemática com o número 9 (9 de julho de 1932). Belíssimo monumento funerário, mármore que impressiona. Curti bastante, pretendo voltar várias vezes durante meus os rolês no Ibirapuera.
"Viveram pouco para morrer bem, morreram jovens para viver sempre."
SP - Zoológico - Dinossauros
Não sei se era a chuva ou a expectativa por algo diferente, mas a visita à Exposição Mundo dos Dinossauros não foi tão legal assim. Fato que o aguaceiro atrapalhou, mas eu esperava algo mais "fóssil". São bonecos/robôs de dinossauros que se mexem e emitem sons, são até que bem feitos, alguns bem grandes, mas ficam muito perto uns dos outros, o que acaba atrapalhando um passeio mais proveitoso. O preço do ingresso é muito alto para pouca atração, e o cinema 4D estava fechado. É legal mas esperava muito mais. Ticado sem pretensões de retorno.
Goiânia - Parque Flamboyant (GO)
O Parque Flamboyant é pequeno e bem cuidado. Ele é praticamente uma praça, não tem cercas, está rodeado de prédios de altíssimo padrão. Quando fomos estava bem vazio. Destaque para o jardim japonês, os lagos, um pequeno capão de mata aparentemente nativa e um pássaro exímio pescador. Rolê agradável. Ticado mas sem pretensões de retorno.
Goiânia - Parque Botafogo (GO)
O Parque Botafogo é zuado. Havíamos imaginado encontrar um parque e não um terreno abandonado. Demos uma boa caminhada procurando o parque e sua entrada, até entendermos que era só aquilo mesmo. Nem tive vontade de dar rolê por ali, sensação de algum assalto iminente, temi pela nossa segurança, galera mal encarada na redondeza. Sujo e mal frequentado, achei uma grande perda de tempo, sem pretensões de retorno.
Goiânia - Parque Vaca Brava (GO)
O Parque Vaca Brava é bem pequeno, bonitinho, paticamente uma praça. Muitas pessoas fazendo caminhada por ali, provavelmente dos prédios em volta. Lugar bem localizado. Demos um mini rolê por ele, tentamos nos embrenhar por dentro do capão de mata atrás do lago, mas estava alagado e não queríamos molhar o pé logo pela manhã. Ticado sem pretensões de retorno.
Ilha Grande
Considero Ilha Grande como minha primeira trilha. Foi em 1995, feriado de finados, se não me falha a memória, eu tinha apenas 16 anos. Fui convidado pelo Chico que estava indo com sua irmã, a Patrícia. O Carlos completou o quarteto. Apesar de sempre viajar nas férias com minha família, já ter viajado com a escola e com coleguinhas de sala, lembro de ter ficado encantado com a natureza, com a possibilidade de sair da minha bolha e descobrir um mundo incrível ao meu lado. O Chico e a Patrícia eram mais descolados, viajavam sozinhos e estavam acostumados com as belezas de Ilhabela. O Carlos também era mais vivido, sempre ia para Santos e Itapeva. Para mim foi diferente, uma espécie de rito de passagem, o nascimento de algo dentro de mim, que ao mesmo tempo que preenchia uma necessidade até então desconhecida, abriu um vazio enorme e um desejo de contemplação do mundo que, acredito, existirá até mesmo após meu último suspiro.
Esqueci muito da trip, mas basicamente tomamos um bumba para Angra dos Reis e de lá pegamos um barquinho (de pescador mesmo) até a Vila do Abraão. Ficamos todos no mesmo quarto no Albergue da Juventude. De lá fizemos a base para os rolês. Alguns de escuna e alguns por trilha mesmo. Lembro de algumas passagens, como o Carlos acertando quem era o assassino (Adalberto) no final da novela (Próxima Vítima), a galera ficou puta porque ele falava isso sem parar desde antes do JN; lembro de jogarmos futebol americano com os caiçaras na areia; lembro de nos perdermos numa trilha, nós brigamos, nos separamos e quando estávamos já preocupados encontramos um varal com roupas e o caminho da civilização; lembro das águas calmas e transparentes que me encantaram por demais.
Enfim, longe de ser a melhor viagem da minha vida ou o lugar mais bonito que já estive, aquela trip foi o primeiro passo da caminhada e talvez, por isso, o mais importante.
Brasília - Palácio Itamaraty
O Palácio Itamaraty foi, para mim, o ponto alto do rolê. Ainda não o conhecia e achei lindo por dentro. Do jeito que imaginava: amplo, clean, bem desenhado e cheio de obras de arte. Em cima tem um jardim muito agradável, com uma bela vista. Tivemos que agendar pessoalmente, para o dia seguinte, pois quando fomos já estava tudo reservado. Achei o prédio mais legal de Brasília. Ticado agradavelmente, se um dia eu puder, eu volto.
Brasília - Fonte
Rolezinho sussa, em frente à Torre de TV. Na verdade nem merecia um tópico especial, mas gostamos do jogo de cores e água, tinha até noiva fazendo book. Legal, ticado agradavelmente.
Brasília - STF
Visitar o Supremo Tribunal Federal é interessante, apesar de, pelo menos para mim, extremamente depressivo. Já conhecia o rolê, bem curto por sinal. Mas bacana poder estar nos lugares que vemos pela televisão. Uma pena que a justiça é tão falha e seletiva. Quem sabe daqui 500 anos melhora. Ticado agradavelmente sem pretensões de retorno.
Brasília - Santuário Dom Bosco
Azul e tranquilizante. Grandes arcos forrados de vitrais com várias tonalidades de azul. Um lustres com milhares de copos de vidro. Já havia estado na Igreja Dom Bosco, curtido bastante. Fiz questão de voltar. Rolê rapidinho, bonito, agradável, fotinhos. Ticado, sempre que for para Brasília vou dar um pulo ali.
Parque Nacional de Brasília
Como já conhecia o rolê, a logística foi mais fácil. Pegamos o bumba na Rodoviária Central, e depois de um longo rolê descemos em frente ao parque (Parna Brasília ou Água Mineral). Pagamos a taxa de extorsão de R$ 8,00 por pessoa e aqui já começou o problema. Alegando não ter troco o atendente queria ficar "devendo" R$ 4,00. Porra, não é nem pela grana, mas a atitude me revolta, pagar para entrar num parque público e ainda se dar bem em cima dos visitantes. Se eles não tem troco, que arrumem ou cobre menos. Depois, numa puta má vontade explicou que uma piscina estava fechada, mas para pegar a trilha era só seguir as placas.
Seguimos as placas e chegamos à portaria da piscina fechada... kkkk. Já puto, sugeri à atendente da portaria da piscina fechada que tampassem as placas indicando a trilha começando por ali, pois induzia ao erro as pessoas que não conheciam o parque. Ela, vendo TV de fone de ouvido, simplesmente discordou e disse que se eu quisesse poderia voltar outro dia, quando aquela portaria estivesse aberta. Surreal, não acreditei, ainda, num tom irônico e jocoso, perguntou se eu sabia caminho de volta!!! Perguntei o nome da abençoada e, obviamente, segui direto para a administração do parque. A Müller achou a atitude da mina normal, eu achei absurda. Após esperarmos um bom tempo sem ninguém nos atender, estava prestes a desistir da reclamação quando a Müller caçou uma funcionária lá. Contei o ocorrido e a servidora disse que já haviam outras reclamações da mesma atendente, tentou chamar o encarregado pelo rádio, mas ele tinha faltado aquele dia no trampo... kkkk... bela empresa tercerizada... mas foda-se... vamos visitar o parque.
Começamos pelo centro de visitantes, tomamos aguá gelada, delícia, calor da porra. Na sequência a "Ilha da Meditação" ao lado. Sol incomodando, partimos para a "trilha Cristal D'Água". Ela estava fechada! Ainda bem, trilha chata da porra, tinha feito na outra vez, é tipo uma estrada de terra sem sombra, sem atração nenhuma, meio merda. Mais um tempinho num córrego ao lado e partirmo para a "Trilha da Capivara". Bem besta também, trilha com corrimão, foi bom pela sombra, mas não retrata a exuberância do cerrado.
Partimos para o ponto alto do dia, aliás o motivo de estarmos lá: tchibum na piscina de água mineral!!! Foi bom porque esta piscina ainda não conhecia. Tchibum ótimo! Refrescante, algumas horas, quando o sol se escondia, até rolava um certo friozinho. Müller debutando em piscinas naturais. Ficamos um bom tempo por ali. Nos queimamos na hora de secar, nunca é tarde para atitudes "amadoras", sol muito forte, não tinha passado protetor nas costas.
Volta de boa, ainda demos rolê na cidade depois. Ticado agradavelmente sem pretensões de retorno.
Relato antigo:
Durante minha estada na capital federal, reservei um dia somente para conhecer o Parque Nacional de Brasília, chamado também de "Água Mineral". Peguei um bumba na rodoviária que dá maior rolê e acaba parando próximo ao parque, na beira da estrada. Paguei uma entrada salgada, e pude explorar aquele pedaço de cerrado.
Iniciei por uma trilha ridícula, "Trilha da Capivara", que deve ser usada para educação ambiental, pois tem até corrimão. Conheci o Centro de Educação Ambiental e na sequência a "Ilha da Meditação", ao lado. O intuito era fazer silêncio para contemplação, mas tinha uma molecada apavorando por ali, decidi partir para a "Trilha Cristal Água". Aqui, mais uma decepção, pois é tipo uma estrada circular, e no meio tem um capão de mata com um córrego. Puta sol rachando e nenhuma sombra na trilha. Não vi nenhum animal, salvo alguns pássaros e uma galera fazendo cooper. Percorri rapidamente os 5 km de trilha e parti para a parte mais esperada do passeio: o mergulho na piscina de água mineral.
Tchibun maravilhoso na piscina nova (Areal), é uma piscina de água mineral corrente, delícia, água cristalina, muito agradável mesmo, estava precisando, valeu o dia. Fiquei um bom tempo por ali. Já enrugado, retornei para estrada e um tempo depois peguei o bumba de volta. Ticado com louvor, não pelas trilhas, bem fraquinhas, mas pelo mergulho na piscina, realmente delícia. Mais um para coleção, mas sem pretensões de retorno.
Brasília - Parque da Cidade
O Parque da Cidade é bem grande, dizem que dá uns 3 Ibirapueras. Já tinha dado um rolê nele em 2013, como a Müller não conhecia, partimos para visitar. Demos a volta pela trilha/pista de caminhada maior, com alguns atalhos adicionais, muito interessante. Playground, pista de kart, parque de diversões, lagos, quadras, uma piscina de ondas abandonada, bosques, etc... Uma galera caminhando e vários moradores de rua passando o tempo. Em alguns momentos ficou bem deserto e rolou até certa apreensão. Tem muitos banheiros, detalhe importante. Rolezinho cansativo mas "da hora". Ele está na música "Eduardo e Mônica". Ticado agradavelmente sem pretensões de retorno.
Brasília - Planetário
Gostei muito de visitar o Planetário de Brasília, ele é muito confortável. Fica próximo à Torre de TV, ainda não conhecia, foi rapidinho mas curtimos bastante. Como o horário da apresentação era mais tarde, visitamos apenas uma exposição sobre astronomia nas bandeiras, fraquíssima por sinal, e voltamos depois para a sessão propriamente dita. Não pagamos entrada, era 1 kg de alimento, não tínhamos, eles liberaram porque éramos turistas. Impressionante a quantidade de atendentes, umas 20 pessoas, moscando sem fazer nada...kkkk. A sessão foi só um filminho, uma pena, até planejamos voltar outro dia mas não rolou. Ticado agradavelmente, se um dia estiver por ali eu volto.
Santos - Parque Municipal Roberto Mário Santini (SP)
O Parque Municipal Roberto Mário Santini na verdade é uma praça de esportes em cima da plataforma do emissário submarino. Rola mais bike, skate e uma galera que surfa ali do lado. O grande destaque é para uma escultura em homenagem aos 100 anos da imigração japonesa, que pelo formato, ecoa o barulho das ondas quando quebram ali no costão/praia. Já conhecia, era mais para tirar umas fotinhos, ticado sem pretensões de retorno.
Santos - Bonde (SP)
Apesar de já estar enjoado de fazer o passeio do bondinho pelo centro histórico de Santos, lá fomos nós novamente. O percurso aumentou desde a última vez que lá estive, ficou mais interessante. No fundo é um passeio besta mas bacana. De repente, no meio do rolê, a guia interrompe o roteiro e começa a recitar uma letra de música. Na hora me liguei: era um pedido de casamento dentro do bondinho! Legal, curti. Apesar de ter pulado uma parte das explicações, foi engraçado todo mundo batendo palmas e felicitando os, agora, noivos. Saiu até no site da globo.com. Bagulho diferente. No mais, passeio ticado agradavelmente sem pretensões de retorno. Só achei a cidade muito vazia, era um domingo meio tenebroso, meio tenso ficar dando rolê ali pelo centro.
Santos - Orquidário (SP)
Apesar de já ter estado no Orquidário de Santos, pouca coisa eu lembrava. Gostei do rolê, tudo bem conservado e limpinho. A parte do aviário (que dá para andar dentro da parte telada junto com os pássaros soltos) estava fechada e foi o ponto negativo. De resto curti, macacos, veados, lontras (dormindo), pássaros, espécies vegetais, jacaré, etc... tudo com poucas espécies e indivíduos, pequeno mas bacana. Ponto positivo para as cotias que vivem soltas por ali, engraçado ver elas correndo e comendo de boa. Ticado agradavelmente sem pretensões de retorno.
Santos - Aquário (SP)
O Aquário de Santos é, também, um velho conhecido. Programa interessante para quem visita a cidade. Mas, desta vez, me decepcionei um pouco. Achei bem decaído, eles tiraram os tubarões do tanque redondo central, alguns aquários estavam imundos (tartarugas) e senti falta de algumas espécies (neros e outras). O tanque de toque estava com uma placa: proibido tocar! ?!? Até a lojinha estava desativada. Sei lá, tive uma má impressão, achei poucos os funcionários. Um destaque ficaria para o leão-marinho, mas ele só dormia e nada de dar o "ar da graça". Curti mas foi bem meia-boca. Talvez esteja ficando mais exigente. Ticado sem pretensões de retorno.
Santos (SP)
Listinha de pendências bombando, hora de começar a "tirar da frente" alguns passeios mais fáceis e óbvios. Aproveitando a onda de calor, a vontade de dar um mergulho e de debutar a Muller em águas marítimas, zarpamos para Santos. Por sempre levar grupos para lá e, antes disso, passar vários finais de semana no apartamento do Carlos no Boqueirão, já conhecia grande parte dos atrativos turísticos da cidade. Mas nunca é demais um rolê.
Visitamos o Orquidário, o Parque Municipal Roberto Mário Santini e o Aquário. Demos um rolê por toda orla e mergulhamos no mar. Tentamos visitar o Museu de Pesca, mas estava fechado. Por fim ainda rolou um passeio de bonde pelo centro histórico. Tudo relax sem pressa. Ticado agradavelmente e ainda volto para visitar o restante.
SP - Parque Villa Lobos
Já estive no Parque Villa Lobos dezenas de vezes, desde que morava em Pinheiros eu visitava o parque. Lembro dele logo no início, sem bebedouros e árvores. Depois vieram alguns rolês de bike. Uma época rolava um "dogão" por ali também. Mas reparei que nunca tinha tirado uma foto dele. Aproveitando que a Muller ainda não conhecia o pico, e no intuito de tirar da frente qualquer pendência da listinha de São Paulo, aproveitamos o domingo de sol para dar um pulo no antigo lixão. Obviamente tava lotado, baita calor, multidão de crianças, bikes, patins, bolas, skates, etc, etc, etc... Sem maiores detalhes, ticado novamente e certamente voltarei para algum rolê de bike.
SP - Hospital Matarazzo
Sempre tive vontade de entrar no Hospital Matarazzo. Ficava impressionado que aquele baita muro ao lado da Paulista, abandonado em meio à especulação imobiliária da nobre região. Quando ia na casa do Carlos, na rua debaixo, ficava imaginando o que teria ali dentro. Finalmente a oportunidade surgiu, fomos ver uma exposição de arte contemporânea, "Feito por Brasileiros", nas dependências do edifício histórico. Fomos cedinho e não pegamos fila, ficamos 2 horas dando rolê pelos prédios e visitamos todas as obras possíveis. De uma maneira geral eu gostei, me lembrou Inhotim, curti muito a escadaria refletida no óleo de cozinha, a sala das goteiras, a sala psicodélica, a sala com o pano colorido flutuante, entre outros... obviamente muita coisa ruim, tipo pré-primário, certamente é alguma concepção de arte que minha mente limitada não alcança, porque achei que várias obras eu faria melhor kkkk. Mas o que eu mais curti foi poder andar e ver a arquitetura do prédio abandonado. Legal, ticado agradavelmente, mas sem pretensões de retorno.
Berlim - Catedral
A Catedral de Berlim (Dom) foi uma grata surpresa. Não estava no planejamento, meio que entramos sem querer e gostamos muito. Ela fica na Ilha dos Museus. Centenas de degraus nos levam à uma bela vista da cidade. Por dentro é muito bonita também. Curti, ticado agradavelmente, sem pretensões de retorno.
Berlim - Reichstag
O Reichstag, parlamento alemão, foi um dos rolês de que mais gostei em Berlim. O prédio é muito bonito e tem toda uma história bacana. Agendamos nossa visita do Brasil, tentamos entrar sem passaporte e não deixaram, tivemos que voltar e pegar no hotel. Andamos pela cúpula de vidro e a cada ponto um áudio-guia em português ia explicando o que víamos. Muito legal e ainda por cima é grátis! Pegamos o anoitecer e tinha um baita visual de parte da cidade. Gostei bastante. Ticado agradavelmente, se um dia estiver por ali eu volto.
Berlim
Berlim é uma cidade que nunca tive vontade de visitar, por isso foi bastante proveitoso. A "expectativa zero" gerou uma série de surpresas agradáveis e outras um tanto desinteressantes, mas já esperadas. Foi nossa primeira, e última, parada na viagem, e gostamos muito de andar e descobrir a cidade sozinhos.
Dentre os pontos negativos destaca-se, em primeiro lugar, o péssimo voo que tivemos entre São Paulo/Munique, dois caras chatos, escrotos, que estavam atrás de nós, nos importunaram a viagem toda, chutando e empurrando o banco, e com um chulé rançoso, pior voo da minha vida. Mas falando de Berlim em si, não curti a Igreja da Torre Quebrada (Gedächtniskirche), achei o Portão de Brandemburgo bem besta, dois taxistas tentaram nos enganar, a cidade é muito pichada, muita sujeira em alguns pontos turísticos, etc..
Pontos positivos foram vários, superaram em muito os pontos chatos, achei a cidade bem dinâmica, jovem, organizada e bonita. Infelizmente nosso tempo era exíguo, não conseguimos fazer toda programação, alteramos alguns rolês, mas valeu. Interessante olhar uma cidade grande bem diferente de São Paulo. Ticado agradavelmente. Se um dia eu voltar certamente vou aproveitar novamente.
Dentre os pontos negativos destaca-se, em primeiro lugar, o péssimo voo que tivemos entre São Paulo/Munique, dois caras chatos, escrotos, que estavam atrás de nós, nos importunaram a viagem toda, chutando e empurrando o banco, e com um chulé rançoso, pior voo da minha vida. Mas falando de Berlim em si, não curti a Igreja da Torre Quebrada (Gedächtniskirche), achei o Portão de Brandemburgo bem besta, dois taxistas tentaram nos enganar, a cidade é muito pichada, muita sujeira em alguns pontos turísticos, etc..
Pontos positivos foram vários, superaram em muito os pontos chatos, achei a cidade bem dinâmica, jovem, organizada e bonita. Infelizmente nosso tempo era exíguo, não conseguimos fazer toda programação, alteramos alguns rolês, mas valeu. Interessante olhar uma cidade grande bem diferente de São Paulo. Ticado agradavelmente. Se um dia eu voltar certamente vou aproveitar novamente.
Berlim - Museu Pergamon
O Museu Pergamon fica na Ilha dos Museus, foi o nosso escolhido depois de pesquisarmos algumas opiniões na internet. No primeiro dia que tentamos entrar a fila estava surreal. Abortamos missão e voltamos na manhã seguinte, antes de abrir, sem fila e sem erro. Ele realmente é interessante, tem alguns tesouros históricos e acervo monumental: uma parte da cidade de Pérgamo (óbvio), com seu altar, o Portão do Mercado de Mileto, um portão da Babilônia (Ishtar)! Além de muita coisa de antiguidade clássica, do oriente antigo e de arte islâmica. Curti demais. Ticado agradavelmente, voltaria com certeza.
Berlim - Checkpoint Charlie
O Checkpoint Charlie era um posto militar na fronteira entre a Alemanha Ocidental e a Alemanha Oriental. Tem um contexto histórico, inclusive da guerra fria, e blá blá blá... interessante e só. Tipo atração para turista tirar fotos e deixar uns trocados. Ticado sem pretensões de retorno.
Berlim - Sony Center (Alemanha)
Pelo que entendi, o Sony Center é tipo um shopping com escritórios e restaurantes, que recebe muitos eventos. Foi bom para enfim comermos o salsichão com batata frita. Tirando a arquitetura, nada de especial. Ticado sem pretensões de retorno.
Berlim - Memorial do Holocausto
O Memorial do Holocausto na verdade é uma espécie de praça com centenas de blocos de concreto (2.711 para ser exato), com tamanhos diferentes, mas com certa ordenação. Tem uma parte subterrânea, mas não fomos porque estava fechada. Fica ao lado, alguns metros, do Portão de Brandemburgo. Curti, interessante, mas sinceramente esperava algo mais grandioso. Ticado sem pretensões de retorno.
Berlim - Portão de Brandemburgo (Alemanha)
O Portão de Brandemburgo é interessante. Tem toda uma história e tal. Mas é só aquilo... não é muito grande, estava lotado de turistas, tinha uma galera preparando um show ou sarau, sei lá, e foi o tempo de tirarmos umas fotos, apreciarmos a arquitetura e partir. Apenas um monumento. Mas legal, curti o clima, mó galera, uns caras meio doidos. Ticado agradavelmente, sem pretensões de retorno.
Berlim - Aquário
O Aquário de Berlim é muito legal, diversas espécies de peixes, com destaque para as águas-vivas. Lindas, inúmeras, gostei muito. Ele fica ao lado do Zoo, então compramos o ingresso combo. Nos andares de cima existe uma bela coleção de répteis, anfíbios e insetos. Fiquei impressionado com a diversidade de lagartos, incrível, nunca tinha visto tantos diferentes. Insetos e anfíbios ok, mas as serpentes esperava mais, acho que o Butantan é melhor. Ticado agradavelmente, um dia se estiver por ali eu volto.
Berlim - Zoo
O Zoo de Berlim é muito bacana, mas sinceramente esperava mais. Talvez por estar um pouco cansado e ter de caminhar bastante para apreciar sua grande quantidade de espécies, acabei não curtindo tanto como normalmente eu faria. Acho que a fama dele também criou expectativas que não se concretizaram. Destaque para a ala de felinos, os animais noturnos e o urso polar. Mas tudo muito legal. Ticado agradavelmente, se um dia voltar para a cidade visitá-lo-ei novamente.
Berlim - Torre de TV (Alemanha)
A Torre de TV é bem interessante pela vista panorâmica de toda cidade. Porém, achei muito caro o ingresso para subir. Agendamos a visita aqui do Brasil, entramos cedinho, sem filas, de boa. O teto do elevador é de vidro transparente, então dá para visualizar toda subida, boa ideia. Tivemos sorte pois estava sol e conseguimos ter uma boa visibilidade. Legal, curti, ticado sem pretensões de retorno.
Berlim - Gedächtniskirche (Alemanha)
A visita à famosa Igreja da torre destruída na Segunda Guerra Mundial foi o pior passeio em Berlim. Acho que uma parte estava fechada, e as expectativas eram grandes demais para pouco atrativo. Ok, tem um fator histórico mas... Interessante foi andarmos a pé pelos bairros para chegarmos ali, tudo pichado, meio sujo, uma outra visão da cidade. Pegamos um táxi e o motorista do Cazaquistão tentou nos dar um golpe, normal, seria apenas mais um na lista da viagem. Ticada sem pretensões de retorno.
Berlim - Muro de Berlim (Alemanha)
O Muro de Berlim foi nosso primeiro atrativo na capital da Alemanha. Na verdade existem algumas partes dele espalhadas pela cidade, porém o maior trecho fica no "East Side Gallery", onde fomos. No caminho, à pé, passamos por uns becos estranhos, cheiro de "erva" no ar. Tem tipo um parque ao lado do muro, bem sujo, muitas garrafas espalhadas no chão, bastante "mendigos". Grafites interessantes, lotado de turistas, dona Marisa tombou num buraco. Muitas fotos, realmente bacana, mas ticado sem pretensões de retorno.
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