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Berlim - Portão de Brandemburgo (Alemanha)

O Portão de Brandemburgo é interessante. Tem toda uma história e tal. Mas é só aquilo... não é muito grande, estava lotado de turistas, tinha uma galera preparando um show ou sarau, sei lá, e foi o tempo de tirarmos umas fotos, apreciarmos a arquitetura e partir. Apenas um monumento. Mas legal, curti o clima, mó galera, uns caras meio doidos. Ticado agradavelmente, sem pretensões de retorno.





Berlim - Aquário

O Aquário de Berlim é muito legal, diversas espécies de peixes, com destaque para as águas-vivas. Lindas, inúmeras, gostei muito. Ele fica ao lado do Zoo, então compramos o ingresso combo. Nos andares de cima existe uma bela coleção de répteis, anfíbios e insetos. Fiquei impressionado com a diversidade de lagartos, incrível, nunca tinha visto tantos diferentes. Insetos e anfíbios ok, mas as serpentes esperava mais, acho que o Butantan é melhor. Ticado agradavelmente, um dia se estiver por ali eu volto. 


   


Berlim - Zoo

O Zoo de Berlim é muito bacana, mas sinceramente esperava mais. Talvez por estar um pouco cansado e ter de caminhar bastante para apreciar sua grande quantidade de espécies, acabei não curtindo tanto como normalmente eu faria. Acho que a fama dele também criou expectativas que não se concretizaram. Destaque para a ala de felinos, os animais noturnos e o urso polar. Mas tudo muito legal. Ticado agradavelmente, se um dia voltar para a cidade visitá-lo-ei novamente.    





Berlim - Torre de TV (Alemanha)

A Torre de TV é bem interessante pela vista panorâmica de toda cidade. Porém, achei muito caro o ingresso para subir. Agendamos a visita aqui do Brasil, entramos cedinho, sem filas, de boa. O teto do elevador é de vidro transparente, então dá para visualizar toda subida, boa ideia. Tivemos sorte pois estava sol e conseguimos ter uma boa visibilidade. Legal, curti, ticado sem pretensões de retorno.  





Berlim - Gedächtniskirche (Alemanha)

A visita à famosa Igreja da torre destruída na Segunda Guerra Mundial foi o pior passeio em Berlim. Acho que uma parte estava fechada, e as expectativas eram grandes demais para pouco atrativo. Ok, tem um fator histórico mas... Interessante foi andarmos a pé pelos bairros para chegarmos ali, tudo pichado, meio sujo, uma outra visão da cidade. Pegamos um táxi e o motorista do Cazaquistão tentou nos dar um golpe, normal, seria apenas mais um na lista da viagem. Ticada sem pretensões de retorno.





Berlim - Muro de Berlim (Alemanha)

O Muro de Berlim foi nosso primeiro atrativo na capital da Alemanha. Na verdade existem algumas partes dele espalhadas pela cidade, porém o maior trecho fica no "East Side Gallery", onde fomos. No caminho, à pé, passamos por uns becos estranhos, cheiro de "erva" no ar. Tem tipo um parque ao lado do muro, bem sujo, muitas garrafas espalhadas no chão, bastante "mendigos". Grafites interessantes, lotado de turistas, dona Marisa tombou num buraco. Muitas fotos, realmente bacana, mas ticado sem pretensões de retorno.    




Itararé - Parque Ecológico da Barreira

O Parque Ecológico da Barreira fica em Itararé, na verdade fica na fronteira com Sengés, sendo parte dele em SP e parte, do outro lado do rio, no PR. Ele foi palco de batalhas da Revolução de 32, possui uma boa infraestrutura, tem um posto da guarda ambiental logo na entrada, alguns animais taxidermizados, uma estátua do cristo, um monumento à Revolução Constitucionalista, construções abandonadas, escadarias para o acesso à Gruta da Santa e corredeiras, um pontilhão e uma cachoeira. Impressionou negativamente a quantidade de lixo na Gruta da Santa (recebe este nome porque dizem que a luz que entra das fendas no teto formam a imagem de uma santa). Fizemos a trilha até o pontilhão e, no caminho, passamos pelo Poço da Sanga, lugar muito bonito, deve ser muito legal dar um tchibun ali. Interpretamos o mapa errado, ele estava em "espelho", e acabamos demorando para localizar o pontilhão. Seguimos uma placa "antiga estrada de ferro" e não era por ali. O pontilhão é bacana, algumas fotos, e no final fomos até a Cachoeira do Chuveirinho. Em princípio achamos ela feia, mas ao lado tem uma descida bastante escorregadia que leva à um poço num nível mais abaixo: a Cachoeira é meio que subterrânea, bem legal. Não entramos porque já estava escuro e um pouco perigoso. Ruim era que ali também tinha muito lixo jogado. No final do rolê, mais um espetáculo: milhares de andorinhas voltando para os ninhos nas fendas dos paredões das corredeiras, muito lindo. Curti, apesar do lixo, ticado agradavelmente. Se um dia voltar para a região, voltarei para explorar melhor este parque.  





Sengés - Mirante do Corisco

O Mirante do Corisco é realmente lindo, grata surpresa. Para chegarmos nele, andamos por pouco mais de 10 km de estrada de terra em meio às plantações de Pinus e Eucaliptos. O mapa feito pelo Nildo foi essencial. A entrada é por uma porteira que fica na direção da torre de observação de incêndios da fazenda de reflorestamento. Apesar de nos perdemos um pouco, o acesso é feito pela estradinha que sai da porteira (estava trancada), pegando-se a primeira bifurcação à direita. Existe até uma infraestrutura para o turismo, mas alguns turistas acabaram abusando e o dono resolveu fechar o acesso. A vista é magnífica, após desfrutarmos do visu, descemos por uma trilha à esquerda que nos leva à algumas pedras mais abaixo. Avistamos outras trilhas, inclusive descendo em direção ao vale e rios, mas decidimos deixar para uma próxima oportunidade. Muitas pegadas e fezes de animais no caminho. Na saída fomos surpreendidos por um carro da empresa de reflorestamento que nos viu na porteira, acenamos e eles partiram. Rolê muito bacana, vale a viagem. Ticado agradavelmente e com pretensões de retorno, espero que muito em breve.



   

Sengés - Poço do Encanto

O Poço do Encanto é um lugar inesquecível. Ele fica dentro de uma propriedade particular. Partindo da rodovia são uns 15 km de estrada de terra para chegarmos até ele. Ele é um oásis em meio à plantações infindáveis de Pinus e Eucaliptos. Depois de deixarmos o carro na porteira, pegamos uma breve trilha e ficamos "encantados" com o que vimos. Certamente é a nascente mais bonita que eu já vi, um azul meio esverdeado, indescritível. Estava um baita sol, fato que aumentou o contraste de cores na água. Simplesmente lindo, aquela areia branca borbulhando. Voltarei com certeza, um refresco para os olhos e para a alma.





Palácio dos Bandeirantes

Desde a visita ao palácio da Boa Vista em Campos do Jordão, ficamos com a vontade de conhecer o palácio dos Bandeirantes. Depois de uma tentativa frustrada, conseguimos lograr êxito em nossa excursão à sede do governo. Construído pela família Matarazzo, o imponente prédio deveria abrigar uma universidade, mas hoje é a casa do poder de SP. A visitação é bem simples, uma breve revista na entrada e somos acompanhados por uma educadora da Casa Civil. O sol estava de rachar, eram 14:00 hs e apenas eu e Muller de corajosos visitantes por ali. Durante pouco mais de 1 hora, andamos por um pedaço da fachada, pelo saguão principal, escadaria e alguns corredores. A coleção é até interessante, pratarias, móveis, algumas obras de arte. A monitora era muito simpática mas estava cansada e preguiçosa, tenho certeza que pulou uma ala. Nem tirei fotos, uma pena. Destaque para própria arquitetura do lugar, a bela fachada e pelo quadro, original, "operários" da Tarsila, nunca tinha visto ao vivo. Bem interessante, ticado da listinha, mas sem pretensões de retorno





Curitiba - Torre Panorâmica

A Torre Panorâmica de Curitiba é bem legal, nada de excepcional, mas dá para ter uma bela visão e noção de toda cidade. Tem uns mapinha que facilitam o entendimento. Gostei dos urubus dormindo do lado de fora da janela, valeu pela vista. Ticado sem pretensões de retorno.





Curitiba


Curitiba - Bosque do Alemão

Visitamos o Bosque do Alemão bastante cansados e rapidamente. Aqui também me decepcionei um pouco, achei ele bem pequeno. Tem um portal interessante na entrada, uma trilha, com calçamento, "João e Maria", com a história em painéis para as crianças. Uma torre de madeira, bem bacana, com uma bela vista. Um espaço agradável para comer alguma coisa, uma construção em madeira, fechada, e só. Ticado sem pretensões de retorno.




  

Curitiba - Parque Tingui

O Parque Tingui foi nosso último atrativo visitado em Curitiba. Estávamos muito cansados, já havíamos andado muito debaixo do sol e já ameaçava escurecer. Caminhamos por ele todo e acabamos não reparando na entrada do Memorial Ucraniano, perdendo assim sua visitação. Ele parece um parque linear, meio fedido, mas deve ser legal para quem mora perto. Na saída perdemos o último ônibus de turismo e caminhamos mais ainda, num lugar meio ermo, para pegar um bumba normal até o centro. Ticado sem pretensões de retorno.





Curitiba - Bosque do Papa

O Bosque do Papa foi uma grata surpresa, talvez por não ter criado nenhuma expectativa sobre ele. Ao menos para mim mostrou-se interessante. Ele é bem pequeno, com algumas alamedas calçadas e arborizadas, belas araucárias, o Memorial da Imigração Polonesa, casas rústicas de madeira, uma estátua tenebrosa de João Paulo II e salmos espelhados pelo bosque. Gostei, ticado sem pretensões de retorno.





Curitiba - Museu Oscar Niemeyer

O Museu Oscar Niemeyer foi um dos atrativos de que mais gostei em Curitiba. Única ressalva é que as janelas do "olho" são tampadas por dentro, provavelmente para proteger as obras do sol, realmente uma pena. Passamos rapidamente por ele, certamente merecia uma visita mais calma e detalhista. Várias pequenas exposições. Arquitetura muito legal, detalhe para o corredor que liga o prédio ao "olho", acho que foi o que mais gostei. Ticado agradavelmente, sem pretensões de retorno. 


Curitiba - Parque Barigui

O Parque Barigui é o Ibirapuera de Curitiba. Ele é bem grande, tem uma boa infraestrutura, muitos animais, lagos, bosques e atrações de lazer de uma maneira em geral. Demos a volta em todo parque, mó rolê no sol. Mas, assim como os demais, criei muitas expectativas e me decepcionei um pouco, esperava bem mais. Nada contra, mas julgo o Ibirapuera muito mais bonito e interessante. Ticado sem pretensões de retorno.





Curitiba - Parque Tanguá

A visita ao Parque Tanguá prometia ser um dos pontos altos da viagem à Curitiba. Me decepcionou um pouco. Realmente o lugar é legal, uma pedreira abandonada, cenicamente muito bonito. Destaque para as fontes e jardim. Construção interessante, muros, torres, mirantes, paisagem muito bonita, cidade arborizada, mó galera, bombando de turistas, alguns mal educados. Piso de arame, medinho de altura. Apesar de aparentemente ser bem cuidado, estava um pouco sujo, com trechos em manutenção, queda d'água desligada. O lugar não é muito grande, relativamente pequeno, esperava um espaço muito maior. O lago estava poluído, peixes mortos. Mas o dia ensolarado e a bela vista compensaram. Ticado sem pretensões de retorno.





Brasília

Fomos para Brasília para assistirmos à disputa de 3º e 4º lugares da copa do mundo 2014. Foi muito legal porque viajamos em família: eu, pai, mãe e irmã. Chegamos no sábado de manhã, ônibus elétrico até eixo monumental, Torre de TV, caminhada a pé até hotel, estádio Mané Garrincha e jogo de copa do mundo. 

Domingo, táxi até a Praça dos 3 Poderes, Palácio do Planalto, Congresso Nacional, Panteão da Pátria, e Espaço Lúcio Costa. Pegamos o voo no horário da final, mas chegamos À tempo de ver a Alemanha campeã. Viagem inesquecível, ticada com louvor, guardar p/ sempre.



Relato antigo:

Feriadão da consciência negra, passagens baratas e partimos para Brasília. O intuito era debutar a Muller no turismo cívico. Fizemos Torre de TV, Planetário, Parque da Cidade, Parque Nacional de Brasília, Igreja Dom Bosco, STF, Congresso Nacional, Praça dos 3 Poderes, Museu Nacional, Catedral Metropolitana, Palácio do Itamaraty e Palácio do Planalto. Do planejamento inicial, acabou faltando o zoológico, mas optamos por abortar a missão, estávamos cansados e seria mais correria. Ticado agradavelmente, sempre é bom viajar, mesmo repetindo o roteiro basta mudar o olhar que já torna-se outra viagem. 

Copa do Mundo

Sempre fui contra a Copa do Mundo no Brasil e, mesmo hoje, continuo sendo. Porém, era uma oportunidade única para participar deste evento. Tentamos por diversas vezes comprar ingressos pelo site da FIFA. Tentamos todos os jogos do Brasil, depois todos os jogos em São Paulo, mas conseguimos apenas as entradas para a disputa de 3º e 4º lugares. A primeira coisa que falei quando recebemos a confirmação dos ingressos, meses antes, foi: só não quero ver um jogo do Brasil. Dito e feito, fomos ver Brasil e Holanda.

O jogo foi horrível, mas foi uma experiência muito legal estar ali, principalmente pela companhia de meus pais e irmã. O estádio estava lindo. Sentamos num lugar muito próximo ao campo, bem bacana mesmo. O clima é muito diferente de um jogo normal, apesar de que no fundo a peleja não valia nada. Como os jogadores aqueceram na nossa frente, conseguimos algum contato. No final os holandeses ainda agradeceram a galera, muito bacana da parte deles. Dia inesquecível, único, fiquei imaginando como seria legal ver a final, quem sabe um dia. Ticado agradavelmente.  




Brasília - Congresso Nacional

Conhecer o Congresso Nacional, sede do Poder Legislativo, é uma experiência interessante. Apesar de já ter visitado anteriormente, sempre é um exercício de reflexão estar ali. Senado, Câmara dos Deputados, corredores e salões. Passeio bacana, ticado agradavelmente, sem pretensões de retorno.

Brasília - Palácio do Planalto

Já visitado anteriormente, é um lugar muito interessante. Passamos pelos salões e gabinetes. Algumas obras de arte. Muito bacana, turismo cívico. Muitas fotos. Ticado agradavelmente, sem pretensões de retorno. 





Brasília - Torre de TV




Curitiba - Parque São Lourenço

O Parque São Lourenço foi mais uma das decepções em relação aos atrativos turísticos de Curitiba. Absolutamente nada de especial. Tipo, legal para quem mora perto e frequenta, mas besta demais para valer o tempo de um turista. Acho que era uma antiga fábrica de cola, pelo menos estava sol. Ticado sem pretensões de retorno.   





SP - Praça Victor Civita

Anteriormente visitada mas nunca fotografada. Lembrei de irmos uma vez fazer um estudo para levarmos algum grupo para conhecê-la, fato que nunca ocorreu. Antigo incinerador, arquitetura sustentável. Exposição sobre rios subterrâneos de São Paulo. Interessante, e só, sem pretensões de retorno.



Passos dos Jesuítas - Mongaguá

Alcançamos Mongaguá no 3º dia de caminhada. Agora já não chovia e estava um tempo muito agradável, até surgiu o sol. Caminhamos pela orla, visitamos o Parque Ecológico "A Tribuna", passamos pelo pórtico, o 4º, em frente à Plataforma de Pesca, não entramos pq me recusei a pagar R$ 5,00 para visitá-la. Mais alguns km e chegamos ao hotel, certamente o pior de toda minha vida: descarga quebrada, mofo na parede, varanda compartilhada, cama pequena, banheiro alagado, tudo velho, sujo e pequeno. Dormimos de roupa com nojo da roupa de cama. Manhã seguinte, café da manhã cheio de formigas, partimos rumo ao centro, uma pequena confusão para finalmente conseguir as carteirinhas do projeto. Visitamos o Poço das Antas e tentamos passar no Mirante da Padroeira, mas este estava fechado. Almoço e mais caminhada até a rodoviário, onde partimos de volta para São Paulo. Ticado sem pretensões de retorno, apenas para a continuação da caminhada.




   

Itanhaém - Mulheres de Areia

Lembro de ter passado ferias naquela ponta de praia, lembro do monumento, de dissecar peixes e da queijadinha que era vendida por ali. Finalmente não estava chovendo, ficamos pouco tempo, apenas tiramos algumas fotos e recolhemos belas conchinhas por entre as pedras. Ticado sem pretensões de retorno.





Itanhaém - Passarela de Anchieta

A Passarela de Anchieta é um lugar bacana. Apesar da chuva que não parava, aproveitamos para dar um rolê e ir até a "Cama de Anchieta". O lugar estava forrado de macumba, mas conseguimos até descansar um pouquinho nos aposentos do jesuíta. Legal, deve ser bem mais interessante com sol. Ticado, talvez um dia retorne. 







Itanhaém - Gruta N.S. Lourdes

Inocente, achei que fosse uma gruta natural. Prefiro nem comentar, respeito o caráter religioso, mas é bem besta, ticado sem pretensões de retorno.






Itanhaém - Morro do Paranambuco

O Morro do Paranambuco tem uma bela vista, curti bastante. Apesar da baita chuva, foi muito bacana observar o mar batendo no costão rochoso abaixo de nós. A trilha é sussa, achei que fosse pior, apenas sentimos um pouco de medo por nossa segurança pois, tínhamos lido alguns relatos que alertavam para ter cuidado e, lá é realmente bem deserto, apenas construções abandonadas e urubus. Nele existem caixas d'água com painéis do Anchieta, inclusive iluminados à noite. Ticado agradavelmente, sem pretensões de retorno.







Itanhaém - Morro do Sapucaitava

O Morro do Sapucaitava tem uma trilha bem fácil, apesar de eu ter tomado um escorrega no final. Estava deveras mal sinalizado, mas alcançamos alguns mirantes na parte de cima. Lugar bacana, destaque para os pernilongos famintos. Lá existe uma trilha que desce para a Praia da Saudade, mas não fizemos porque estávamos com pressa e ainda tínhamos muitos Km pela frente. Ticado sem pretensões de retorno. 







Mongaguá - Poço das Antas

O Poço das Antas fica bem próximo ao centro de Mongaguá. Logo em sua entrada está o 5º pórtico do Caminho dos Jesuítas. Para chegarmos ao local, seguimos pelas placas e cruzamos a rodovia por baixo de uma ponte (meio decrépito). Depois, continuamos por menos de 1km numa estradinha de terra, meio tenebroso mas sem erro. Lá dentro é bem arborizado, além do poço existem lanchonetes e playground. Não mergulhamos no poço, mas seguimos por uma trilha que leva à outros poços rio acima. Não descemos em nenhum. Na trilha, já dentro do núcleo Curucutu do PE Serra do Mar, encontramos o acesso, que era proibido, fechado por grade, tínhamos acabado de cruzar uma cobra coral e desistimos de continuar, logo na sequência apareceram dois guardas dizendo que não poderíamos estar por ali.

Na volta sentimos bastante medo na estradinha de terra. Um motoqueiro ficou nos acompanhando o tempo todo bem devagar. Depois nos mostrou um filhote de tartaruga e disse que queria colocar ele no rio. Nem dei ideia, vazamos sem olhar para trás. Atravessamos por cima da estrada mesmo. O lugar é bem cuidado, bonito, mas sem pretensões de retorno.








Passos dos Jesuítas - Itanhaém

Partindo da ponta norte de Peruíbe, enfrentamos 5 km de praia deserta por uma parte de reserva indígena. Muitos animais mortos deixados pela maré. No final cruzamos o rio que separa a cidade com Itanhaém. Muitos pássaros e pescadores. Caminhamos pela orla até alcançarmos o pórtico em frente à Guarda Municipal. Muita chuva, vento chato. Novamente quase tudo fechado ou abandonado. Faltam muitas placas de sinalização do caminho. Subimos o Morro do Paranambuco, passamos pela Gruta Nossa Senhora de Lourdes, Passarela e Cama de Anchieta, praia dos sonhos e repousamos. Jantamos num lugar caro mas gostoso. 

Na manhã seguinte, demos um rolê pela praia do sonho, coleta de conchas no Monumento Mulheres de Areia, subida ao Morro do Sapucaitava, rolê no centro histórico e passagem pelo pórtico em frente à Igreja Matriz de Santana. Aqui bem mais pessoas e urbanizado. Seguimos pela orla até encontrar a divisa com Mongaguá. Almoço novamente esfihas num quiosque fechado. Rolê sussa, ticado sem pretensões de retorno.






Mongaguá - Parque Ecológico "A Tribuna"

O Parque Ecológico a Tribuna é bem simpático, apesar de ser pequeno, possui uma razoável diversidade de animais. Destaque para o Serpentário, o Aviário, o Aquário e o tucano do bico preto (achei bem bonito). Legal, mas ticado sem pretensões de retorno.





Peruíbe - Mirante

O Mirante de Peruíbe tem uma vista muito bacana, tanto da cidade, quanto de todo entorno. Mas, sentimos muito medo e receio por nossa segurança pessoal. O local está completamente abandonado, tudo quebrado, toda espécie de lixo, lâmpadas quebradas e roupas pelo chão. O acesso é feito por uma subida cansativa e tortuosa, numa vizinhança, aparentemente, não muito convidativa. Tarde nublada, ficamos pouco tempo admirando o visu, medo de assalto ou coisa pior. Sem pretensões de retorno.








Peruíbe - Aquário

O Aquário de Peruíbe, apesar de pequeno, é bem bacana. Uma boa variedade de espécies, muito bonito visualmente. Tanque de toque, conchas diversas, e peixes exóticos. Conheço maiores e melhores, mas curti, grata surpresa. Sem pretensões de retorno. 







Passos dos Jesuítas - Peruíbe

Início da caminhada "Passos dos Jesuítas", do projeto "Caminha São Paulo". Projeto do caderninho, fizemos o cadastro no site e partimos para Peruíbe, lugar onde começa a caminhada. Falta muita informação, até mesmo para o pessoal das próprias cidades. Não conseguimos fazer a carteirinha porque a máquina estava quebrada, perdemos 2 horas tentando achar uma solução e nada. Partimos sem carteirinha mesmo, visitamos nesta quinta-feira de feriado, bastante chuvosa: Aquário de Bertioga,  Lamário, Mercado de Peixes, 1º Pórtico, Praia do Costão, toda a orla de Peruíbe e Morro do Mirante. 99% das casas e quiosques fechados, bastante receio de assalto na visita ao mirante. Pizza e esfihas de janta. Dormimos na ponta norte da cidade. 

Rolê legalzinho, destaque para aquário (me surpreendeu pela diversidade) e o mirante. 








SP - Parque do Carmo

Pendência antiga, partimos num sábado ensolarado rumo ao Parque do Carmo. Pegamos um baita trânsito e chegamos, já cansados, um pouco tarde ao nosso destino. Nosso objetivo não era muito ganancioso, apenas dar a volta no parque, tirar meia dúzia de fotos e retornar. Iniciamos pela portaria 02 e contornamos todo parque. O lugar até que é bem limpo/conservado, patrocínio do Itaú, na parte de baixo fica mó galera, mas é só subir as alamedas que o público se restringe a alguns skatistas e ciclistas. Porém, é extremamente mal sinalizado, tem várias picadas sem indicação. Terminado a primeira volta, começamos a "fatiar" o miolo do parque para conhecer suas atrações. Tem um lago bacana, um belo casarão antigo (era uma fazenda), avistamos um grande grupo de esquilos/caxinguelês e, andando pelas alamedas, nos deparamos com uma entrada de trilha. Havia 03 guardas (GCM) do grupamento ambiental (camuflados) na entrada e perguntamos se aquela picada era uma trilha, disseram que sim e nos deram passagem. Partimos para sujar o tênis. 

Grande erro, picadinha suja mas bem batida, começamos a andar e logo percebemos que a trilha se afastava cada vez mais do parque. Até que era bonito, uma parte de reflorestamento de eucaliptos e depois a mata fechava. Muito lixo no chão, sinais de atividades recentes, e cada vez mais distantes do parque. Ficamos com bastante medo, a trilha era uma descida só, nenhum sinal de alma viva, éramos alvos fáceis. Pensamos em voltar mas já estávamos a cerca de 30 minutos ali e deveria ter um fim. Sabia que ali era um aterro sanitário desativado (São Mateus) e logo ouvimos barulhos à direita, provavelmente do SESC Itaquera. Já bem tensos encontramos um indivíduo no meio daquele nada, tinha certeza que seria assaltado, ele perguntou: "Eae alemão, viu uma chave de moto por aí?" Respondi que não e perguntei se faltava muito para sair da trilha, ele respondeu que não e que a saída era logo ali, mostrando a grade que eu já avistava. A trilha terminava numa grade vandalizada, sem um ferro, onde era possível invadir o parque!!! Que irresponsabilidade daqueles guardas!!! como permitir que andássemos por ali?!? Ficamos putos e decidimos ir embora. Agora como voltar? À direita era uma caminhada até a av. Aricanduva e à esquerda era o SESC Itaquera, sem saída. 

Logo surgiram 3 nóias vindo da direção do SESC, demos uma disfarçada e fomos conversar com os vigilantes na portaria do aterro sanitário ali do lado. Informaram que o único jeito era retornar pela trilha, mas não estava com bom pressentimento de ir por ali. Os nóis estavam sentados bem na entrada da trilha, puxando um beque e esperando as presas retornarem. Ficou ainda mais suspeito quando uma moto com dois manos parou e ficou meio que esperando a gente sair dali. Fudeu, pensei baixinho. única alternativa, partimos direto para o SESC, sem olhar para trás, rapidamente chegamos, salvos, à portaria. Pagamos o ingresso (lá quem é usuário ou visitante paga) apenas para atravessar e alcançar o Parque do Carmo pela portaria do planetário. Aliás, o SESC Itaquera é bem bonito, tipo clube de campo, não conhecia também. "Fizemos um 10" por ali, e desistimos de retornar ao parque, estávamos muito bravos com os guardas. Tentamos entrar numa exposição da Amazônia, mas eram 16:33 e fechava 16:30, aliás 17:00 encerrava todo SESC. 

Retornamos num bumba direto p/ metrô Itaquera, ele saí da portaria do SESC e leva apenas minutos, bem rápido. Concluímos que a trilha/picada é o caminho de quem mora ali na região da Av. Aricanduva de acessar o parque sem ter que dar uma baita volta, mas achei muito perigoso, irresponsabilidade total dos guardas permitirem que andássemos por ali. Acabamos não conhecendo todo o Parque do Carmo, mas agora só volto quando re-inaugurarem o planetário. Quanto ao SESC, vamos voltar um dia só para aproveitá-lo e dar uns tchibuns nas piscinas. Ticado sem louvor.





Parque Estadual da Cantareira - Núcleo Pedra Grande

Visita ao Parque Estadual da Cantareira, bolamos um roteiro que contemplasse, no mesmo dia, todas as trilhas abertas dos núcleos Pedra Grande e Águas Claras. Como já conhecíamos muito bem o parque, fiz dois anos de estágio lá, nossa previsão é que daria tempo.

Iniciamos a caminhada 9:30hs já ao som de bugios ao fundo. Fizemos a Trilha da Bica, ao lado da portaria, em cerca de 40 minutos. Circular, não tem erro. Destaque para as milhões de formigas que estavam no caminho, na serrapilheira. Várias subiram por nossas roupas. Avistamos apenas um pica-pau e muitas borboletas. Grande diversidade de flora. Ambiente agradável. Não cruzamos com ninguém.

Voltando já emendamos, um pouco mais acima na estrada que leva à Pedra Grande, a Trilha do Bugio. Ridícula de fácil. Avistamos alguns pássaros, inclusive um Tangará lindo, azul e preto de cabeça vermelha, cantava muito bem. Aqui já encontramos um pessoal na trilha. Tem um mirante bem bacana, com um visual diferente do da Pedra Grande. 

Saindo da Trilha do Bugio, retornamos um pouco pela estrada de asfalto até a entrada  da Trilha das Figueiras. Tempo para a Muller descobrir um bando de bugios acima de nossas cabeças. Belo espetáculo, um verdadeiro banheiro público. Era tanto xixi e coco vindo de cima das árvores que as pessoas desviavam para prosseguir na trilha. Não paravam de mandar os torpedos teleguiados lá de cima, interessante. Infelizmente minha máquina era "de bolso" e o zoom não distingue bem os animais. 

Como o tempo era curto para tanto rolê, partimos para a Trilha das Figueiras. Aqui a picada é também muito bem demarcada. Avistamos alguns pássaros e insetos interessantes, mas nenhum turista. Destaque para os matacões e, no final, para uma Figueira com raízes bem grandes. Ficamos brincando e admirando a árvore um pouquinho. A saída da trilha é no bosque abaixo da portaria, onde fica o playground, e o portão que liga ao Horto Florestal. Havia um casal, de seres humanos, num estágio avançado do ritual de acasalamento. Deixamos a pornografia de lado e retornamos ao início da Trilha da Pedra Grande.

Agora partimos direto pela estrada de asfalto que chega até a Pedra Grande. Paramos num antigo mirante, hoje com a vista tomada pelas árvores, para almoçarmos nossas bisnaguinhas mega recheadas. Feita a deglutição, prosseguimos até chegarmos numa Pedra Grande bombando de gente! Mó barulheira, tiramos duas fotinhos e decidimos voltar depois. Retornamos até a bifurcação com as trilhas que levam até o Lago e as Águas Claras e para lá rumamos. 

Caminhada, pela Trilha da Suçuarana, até a portaria do Núcleo Águas Claras. No caminho mais um bando de bugios, um filhote de cobra morto e dezenas de borboletas brancas gigantes. Aliás, não vimos nenhuma borboleta "Capitão do Mato", aquelas grandes, meio roxas e azuis. Mas destas brancas grandes haviam centenas. Chegamos na portaria, tempo para o xixi e retornamos. 

Aportamos na entrada das trilhas da Samambaia-Açu e Águas às 14:00hs. Fomos por baixo para fazer a Trilha das Águas primeiro. Bem demarcada, limpa e cuidada. Da última vez que viemos estava escondida, com mato alto, tinham até tirado a placa para ninguém conseguir acessar. Agora estava de boa, demos um rolê e ficamos brincando um tempinho nas quedinhas. Retornamos e seguimos pela Trilha da Samambaia-Açu. Essa é a que mais gosto no parque, encontramos 3 grupos de pessoas trilhando por ali também. Determinado momento saímos da trilha para nos aventurarmos pelo bosque de pinheiros. Bem legal. Tinha até despacho e amarração para o amor por ali. Tempo para avistarmos mais um grupo de bugios. Seguimos pela alameda de Samambaia-Açu e fim de trilha.

Saindo, seguimos voltando em direção ao Lago das Carpas. No caminho mais um grupo de bugios. Já estava tarde. Chegando no Lago, a paisagem ali estava muito bonita. Mas, não encontramos nenhuma carpa! Não sei o que fizeram com elas, pois antigamente eram muitas. Brisamos um pouquinho e resolvemos alimentar os milhares de peixes. Destaque para um que ficou surfando em cima da bolacha cream-cracker e não conseguia descer. Fotinhos tiradas, partimos rumo à Pedra Grande. Aqui começamos a ter problemas, fomos abordados por um segurança que estava mandando a galera embora pois já eram 16:00hs! Ele nos proibiu de ir até o mirante da Pedra. Subimos rapidinho e na bifurcação havia outro segurança impedindo a passagem. 

Explicamos nossa situação e imploramos. Argumentamos que não havia nenhuma placa explicando sobre esta proibição e limitação de horário. Enfim, ele nos deixou tirar "uma foto apenas", e assim fizemos. Mirante vazio, cidade poluída, fotos tiradas, apenas 2 minutinhos de contemplação. Tempo para observar um casal de aves de rapinas, grandes e gordas, pousadas nas árvores um pouco ao lado. Nosso planejamento encrencou no final, pois além de não podermos ficar brisando no visu, queríamos descer pela estrada que vai por baixo da Pedra Grande. Abortamos pois o segurança iria encher o saco, além de demorar muito mais, afinal já eram 16:30. 

Descemos pela trilha asfaltada, observamos nosso quinto grupo de bugios, aqui interessante pois estavam na mesma árvore de um casal de tucanos que gritavam alucinadamente. Belo espetáculo de fim de tarde. Alcançamos o portão 17:05. 

Ticado agradavelmente, apesar de não conseguirmos ficar mais tempo na Pedra Grande, e de não fazermos um caminho diferente na volta, foi um ótimo programa para um sábado qualquer. Agora faltam os outros dois núcleos, também já os conheço, mas merecem serem visitados mais uma vez.







Parque Estadual de Vila Velha (PR)

O Parque Estadual de Vila Velha fica na cidade de Ponta Grossa (PR). Para visitá-lo compramos a passagem de ônibus em Curitiba (Curitiba/Ponta Grossa) e pedimos para o motorista nos desembarcar próximo à entrada do parque. Como chegamos cedo, tivemos que esperar o parque abrir e, assim que liberaram a entrada, já partimos para garantir vaga nos passeios. Compramos os ingressos, tomamos café e assistimos a um vídeo educativo. Logo pegamos o bumba interno e visitamos a parte das Furnas e da Lagoa Dourada. Gostei bastante da parte das Furnas, com direito a uma revoada de andorões, bem legal. A Lagoa Dourada eu achei meio besta, esperava mais. Retornamos ao centro de visitantes e pegamos um outro bumba até a parte dos Arenitos. 

Nos Arenitos, ouvimos as explicações, deixamos todo grupo passar e ficamos aproveitando num ritmo bem de boa a paisagem e os desenhos das formações. Depois de um tempão, retornamos a pé por uma trilha até o centro de visitantes, visitamos uma área educativa e aguardamos o horário para o bumba nos pegar na estrada (tem um horário específico que ele passa e já havíamos comprado a passagem preventivamente). No ponto, conhecemos um casal de cariocas, eles não conseguiram fazer o percurso completo por falta de tempo e informação, foi bom chegarmos cedo para garantirmos vaga nas atrações. 

Curti, no fundo esperava mais, mas valeu. Ticado agradavelmente sem pretensões de retorno. 






Belo Horizonte - Parque Mangabeiras

Visita ao Parque das Magabeiras e arredores. Infelizmente não conseguimos conhecer o Parque da Serra do Curral, estava fechado, quem sabe numa próxima oportunidade. O Parque das Mangabeiras é a maior área de preservação de BH. Visitamos todo o parque (roteiro do sol, da água e das matas), numa grande volta circular. Subidinha cansativa. Tem um mirante bacana e vários animais (quatis e jacutingas). Tem um poço onde a galera do entorno se refresca, algumas pequenas quedas d´água também. Uma razoável área esportiva. Na saída passamos pela Praça do Papa e Mirante do Mangabeiras, esse último muito bem cuidado, uma vista bem legal. Ticado agradavelmente, curti, mas sem pretensões de retorno.  






Belo Horizonte - Lagoa da Pampulha

Acordamos cedo, tomamos café e partimos rumo à região do Mineirão e da Pampulha. Nosso objetivo era visitar o estádio e dar a volta na lagoa. Descemos no ponto quase em frente, mas logo descobrimos que a visitação estaria fechada por mais 1 semana. Que pena. Demos a volta por fora do Mineirão, tiramos umas fotos e partimos.

Já na Lagoa da Pampulha iniciamos a caminhada debaixo de um baita sol. Várias pessoas fazendo exercício, mas à medida que nos distanciávamos da Igreja de São Francisco, o percurso ficava praticamente deserto. Quando chegamos na metade no trajeto de cerca de 18 km caiu uma chuvinha. Não parece, mas é um rolê meio cansativo. Engraçado é que todo mundo parava perguntando por informações, achando que eramos mineiros. Infelizmente todos os pontos turísticos estavam fechados pois era feriado de ano novo. No final tomamos um baita susto com um avião que passou rasante. 

Ao longo do trajeto avistamos muitos pássaros e capivaras. A Lagoa estava muito suja e fedia bastante. Curti, experiência diferente, mas sem pretensões de retorno.





Brumadinho - Inhotim (Minas Gerais)

Visitar o Inhotim foi uma experiência incrível. Ele é simplesmente um enorme e lindíssimo Jardim Botânico que abriga galerias e galerias de obras de arte contemporânea, além das esculturas ao ar livre. Diferente de tudo que já havia visto. Muito legal. 

Tomamos o bumba em BH que para no estacionamento do Inhotim. Como já havíamos comprado o ingresso pela net, entramos por um guichê especial, sem filas. Foi uma baita correria, mas conseguimos visitar tudo o que estava aberto no dia. Cansamos mas foi muito gratificante para nossos sentidos. Muitas cores. Adorei as obras que envolviam músicas e sons, dava pra sentir a vibração no ar. Destaque para a galeria com o trator e uma com fios dourados esticados (Lygia Pape eu acho), muito impactante. Corremos tanto que até sobrou tempo e deu para repetirmos algumas obras.

Muitas galerias interessantes, algumas também medonhamente horríveis, mas no geral tudo muito bacana. No final uma pequena confusão com uns gringos tentando pegar nossos lugares no bumba da volta, mas ficou tudo bem! Ticado com louvor, talvez um dia retorne para ver com mais calma. 






Morretes

Atrasamos (o trem) 2 horas, deveríamos ter chegado às 11:30, mas desembarcamos às 13:30. Aliás, como o trem é enorme, não existe plataforma para todos os carros, descemos no meio da via mesmo, fomos andando pelos trilhos. Em função do horário adiantado fomos muito prejudicados na visita à Morretes. Primeira providência foi sair correndo à caça de um restaurante, puta fome, para experimentar o tal "Barreado". Achamos um self-service vazio e atacamos ali mesmo. Foram duas pratadas caprichadas. O Barreado não é ruim não, com banana e farofa é gostoso, mas achei ele muito temperado/condimentado. No fundo é um pirão de carne seca. Bucho cheio fomos dar um mini rolê pela cidade. Caminhando na "Velocidade Inhotim" demos uma volta pela cidade e tiramos algumas fotinhos. Achei agradável, um riozinho no meio, bem bucólico. Curti. 


SP - Parque da Juventude


Chapada da Diamantina - Cachoeira da Fumacinha

A Cachoeira da Fumacinha foi nossa última trilha na Chapada da Diamantina. Fechamos com "chave de ouro". Foi uma das trilhas mais legais que já fiz, certamente está no TOP 10. Trilha difícil, pulamos de pedra em pedra, atravessando o rio em zigui-zague. Gordo, abri meus dois pulsos, e tomei dois "rolas", os primeiros em muitos anos. Iniciamos a caminhada antes das 7:30 e terminamos 12 horas depois. No final, quando tirei minhas botas e meias molhadas, dos meus pés saia uma quantidade surreal de fumaça (vapor). Judiei do meu corpinho.

Trilha linda, no final do canion um enorme paredão e, dentro de uma fenda, escondida, a cachu, linda e gelada. Banho revigorante. Água escura, deu até medinho nadar lá dentro. Experiência fascinante, voltaria com certeza, nota 10, ticado com louvor.